Como Investir em Bitcoin no Brasil em 2019

Brasil Bitcoin

**BRASIL BITCOIN** Notícias, perguntas, descubra, denuncie. Tudo sobre **Bitcoin** aqui e no mundo. Bitcoin é a moeda da Internet: um dinheiro descentralizado e com alcance mundial. Diferente das moedas tradicionais como o dólar, os bitcoins são emitidos e gerenciados sem qualquer autoridade central que seja: não existe governo, empresa ou banco no comando do Bitcoin. Dessa forma ele é mais resistente a inflações selvagens e bancos corruptos. Com o Bitcoin, você pode ser seu próprio banco.
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Site usando Coinhive

Bom dia pessoal, gostaria de contar um causo aqui do trabalho. Não vou divulgar o nome da empresa envolvida pois não acho ético (apesar de não achar ético o que fizeram também). O TL;DR tá no final do texto.
Recentemente começou a pipocar no meu email um monte de notificação do antivirus falando que uma tentativa de ataque foi bloqueada na máquina do fulaninho. Ao olhar a mensagem percebo que se trata de um bloqueio de um site X devido a um evento que ele chamou de Web Attack: JSCoinminer Download. Para contextualizar é um site relevante na área dele e tem muitos acessos diários.
Pois bem, pensei se tratar de um caso isolado em que alguém provavelmente clicou no lugar errado, como o antivirus já tinha bloqueado automaticamente não fiquei preocupado. Bom no dia seguinte começo a receber diversas notificações iguais originadas do mesmo computador e de alguns outros. Investigamos e descobrimos qual site os usuários acessavam quando essa notificação acontecia, coloquei a url do mesmo no whoismining.com e descobri que sim o site estava rodando um script para usar o pc de quem acessava para minerar bitcoins ou seja lá qual cripto moeda eles quisessem.
Peguei o número de contato comercial do local e liguei pra lá. Eu já estava desesperançoso achando que ia falar com alguém que não ia entender direito o problema e seria uma tentativa falha de comunicação como já aconteceu antes com outros locais em que tentamos alertar sobre problemas no site. Eis que para minha surpresa a pessoa que atendeu não fez muitas perguntas e pediu para que se eu pudesse, mandasse algumas evidencias do ocorrido pois ela iria precisar para entrar em contato com quem fosse responsável. Achei a atitude da pessoa muito bacana e mandei um email todo educado falando que caso precisassem eu ajudaria.
Hoje de manhã fui verificar e adivinhem, o site não está mais listado no whoismining e nem nosso antivirus está bloqueando, ou seja: ou eles mudaram o script e conseguiram burlar o sistema ou removeram o script.
Dito isso tudo fiquei refletindo: "Porra se um site desses faz isso o que impede outros do mesmo tamanho fazerem o mesmo, isso sem falar de sites menores."
Eu não sou contra um site usar mineração como uma das formas de ganhar dinheiro mas porra avisa a pessoa cara. Se você acha que as pessoas que acessam seu site não vão gostar então não faz escondido porra.
TL;DR: Descobri que um site famoso tava usando script para minerar cripto moeda no pc de quem acessava, entrei em contato e tiraram;
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Tudo sobre o Bitcoin: a história, os usos e a política por trás da moeda forte digital *Gizmodo*

Fonte Gizmodo
Em abril de 2013, visitei um prédio ocupado em Londres e fui apresentado a um grupo de ativistas políticos e hackers que trabalham para transformar a maneira como entendemos e usamos o dinheiro, visando uma reestruturação do próprio sistema financeiro e a criação de uma nova organização econômica. Formado por jovens que se conheceram no Occupy London (protesto que ocupou as imediações da catedral de St. Paul’s entre outubro de 2011 e junho de 2012), o squat fica no coração da cidade, bem próximo ao centro bancário, e se tornou o ponto de encontro informal da comunidade interessada em bitcoins e em criptomoedas na capital inglesa. Lá ouvi sobre os esforços daqueles que estão criando o ecossistema da primeira moeda digital, descentralizada, anônima e instantânea do mundo – o Bitcoin (BTC) – e como o conceito lançado por ela pode libertar o dinheiro e dar mais poder às pessoas para gerenciar suas finanças.
Era insólito ser apresentado a uma utopia com tamanho potencial transformador para a economia em um ambiente como aquele – um edifício comercial gigantesco e quase deserto, ainda com luzes e água funcionando, paredes inteiramente grafitadas e alguns gatos pingados espalhados pelas salas. “Bitcoin é um sistema econômico alternativo que usa moedas digitais e que se auto-regula com base em um sistema de mineração informatizado, criptografia de chave pública e um arquivo que registra todas as transações feitas. É uma solução para o futuro do dinheiro digital”, me explicou Amir Taaki, programador inglês que se envolveu com o sistema nos seus primórdios e era meu contato no local. De moicano em riste e vivendo apenas com o que cabe em uma mala, Taaki parecia um mensageiro improvável para a mais recente novidade econômica. Mas as aparências enganam – ele aprimorou partes do código, fundou dois câmbios e uma consultoria sobre o tema e é o organizador de uma conferência que chega à sua segunda edição em novembro deste ano.
Apesar de ainda viver seus primeiros dias e contar com um caráter experimental, a moeda vem crescendo e apresentando uma série de vantagens teóricas em relação ao sistema bancário tradicional – transferências de pessoa a pessoa sem o intermédio de bancos ou regulação central, taxas menores, abertura fácil de contas e poucos pré-requisitos para começar. Reunindo um grupo de interessados na moeda, o ambiente estava elétrico naquela noite, movido principalmente pela alta histórica da moeda hacker. Em tempos de crises como a do Chipre, onde o governo ameaçava confiscar uma parte das economias bancárias da população e usá-la para pagar a dívida de bancos, a ideia de uma moeda descentralizada e livre das garras do sistema financeiro e político ganha um interesse ainda maior.
Diversas empresas já tornam possível comprar uma grande variedade de itens com bitcoins – uma nova leva de startups já vende legalmente casas, computadores, guitarras e pizzas em troca da criptomoeda, que também pode ser trocada por prata ou ouro em câmbios especializados. Com a maior atenção da mídia para o assunto, algumas companhias de tecnologia também se equiparam para receber pagamentos em Bitcoin – WordPress, Mega e Reddit entre elas. Atualmente, a maioria das companhias aceitando bitcoins são digitais, mas alguns (poucos) locais físicos despertam para o crescente mercado. Hoje, a moeda flutua pelo mundo digital. Mas grandes cidades já se adaptam à nova economia, e Berlim já oferece cafés, bares, restaurantes e lojas de discos que aceitam bitcoins.
Estipula-se que a experiência do Chipre e a má situação da economia espanhola aumentaram a demanda por bitcoins e foram dois fatores decisivos para a impressionante alta do valor das moedas em 2013 – durante o mês de abril, cada moeda chegou a valer US$ 266. Alguns dos que estavam reunidos comigo naquele squat puderam se tornar milionários com a atualização nos valores, quase que da noite pro dia. Posteriormente, a economia teve uma queda motivada por ataques a um site de câmbio e hoje cada bitcoin vale US$ 120, ainda assim um valor alto se pensarmos que em janeiro 1 BTC saia por US$ 13,50.
A alta no preço das moedas reflete uma maior demanda por elas, que são limitadas. Tal procura pode ser motivada por diversos fatores (maior exposição na imprensa, incerteza econômica em países europeus ou mero faro de que aquele projeto poderia se valorizar). Já a ‘quebra’ subsequente parece ter sido arquitetada, com o Mt. Gox (maior câmbio de bitcoins) tendo sofrido uma série de ataques DDoS que tinham como objetivo justamente a desestabilização do seu serviço e a queda do valor das bitcoins, que puderam ser readquiridas por muito menos e, com o decorrer do tempo, passaram a crescer novamente. Por ser puramente digital, o Bitcoin sofre de ameaças digitais: atualmente, um DDoS pode balançar a economia.
Se para alguns se trata apenas de uma bolha e um esquema para que os usuários antigos ganhem em cima dos novos, outros enxergam no conceito “a ideia mais perigosa da internet” e um potencial para revolucionar o sistema financeiro e criar uma economia paralela, gerida para e por pessoas. O protocolo do dinheiro eletrônico peer-to-peer não depende da confiança em uma autoridade monetária central e permite transações semi-anônimas e quase livres de impostos e taxas, mesmo no caso de envios para o exterior. Em poucos segundos é possível transferir dinheiro para o outro lado do planeta, de uma pessoa para outra, sem a intermediação de bancos ou regulações governamentais. Pode parecer exagero, mas os defensores do Bitcoin defendem que o impacto social e econômico do projeto pode ser comparável ou até maior do que o da própria internet. O objetivo último é transformar a maneira como enxergarmos o que é dinheiro e os canais pelos quais ele é escoado. A ideia é potencialmente disruptiva – em uma sociedade que se organizasse em torno de um conceito financeiro como esse, não existiriam fronteiras ou intermediários entre você e seu capital, e ninguém teria a chave-mestra para a sua conta ou decidiria para quem pode ou não transferir dinheiro. Ao mesmo tempo, ninguém se responsabilizaria no caso de desvios ou problemas quaisquer, assim como nada garante que o valor da moeda se mantenha.
Bitcoins são mais ou menos como o ouro. Como o metal precioso, elas têm que ser ‘garimpadas’ na internet através de usuários de uma aplicação gratuita que libera bitcoins em troca de um esforço computacional na resolução de problemas matemáticos complexos, que ajudam a verificar e divulgar todas as transações. A rede possui um banco de dados que se expande em blocos, que são gerados mais ou menos a cada dez minutos e que contêm todas as transações realizadas – mantendo a privacidade dos usuários, as trocas ficam abertas e podem ser checadas. Trata-se de uma medida de segurança que visa impedir que uma bitcoin seja gasta duas vezes. Com cada bloco sendo gerado com base no anterior, é impossível corromper o sistema e inserir moedas ou transações falsas.
O ‘garimpo’ se dá de forma que a quantidade de fundos disponibilizada é ajustada em uma crescente previsível e controlada – apenas 21 milhões de bitcoins serão criadas, com uma escala pré-definida sobre a liberação delas até 2040 – tudo isso para evitar a versão digital do “basta imprimir mais dinheiro, oras”. Os mineradores são responsáveis por adicionar ‘blocos’ de transações na rede, ganhando por isso uma recompensa em bitcoins. Tecnicamente, qualquer um pode se tornar um minerador e ganhar bitcoins, mas com o tempo os problemas se tornam mais difíceis e apenas equipamentos especializados e de alta capacidade podem ajudar a resolvê-los. Supercomputadores são usados para isso, e assumem o posto de perfuradoras digitais. Hoje em dia, o equipamento para mineração já evoluiu para caros sistemas computacionais adaptados para competir por novas bitcoins, e já é bem difícil que um novato entre no jogo. Da escassez nasce o valor do Bitcoin – assim como o ouro, a demanda é limitada e o esforço para consegui-lo é cada vez maior.
Alguns dias depois do encontro com a comunidade Bitcoin em Londres, adquiri minhas primeiras moedas e comecei a pesquisar como tudo isso funcionava na prática. Adquirir a moeda é relativamente simples, mas todo o processo e suas diferenças para o sistema bancário tradicional podem afastar o leigo. Para quem não tem os conhecimentos técnicos necessários ou o interesse para iniciar uma operação de mineração, pode-se conseguir bitcoins ao vender serviços ou bens e cobrar na moeda, comprá-las de alguém (existem inúmeros sites para isso, como o LocalBitcoins) ou trocar euros ou dólares em câmbios especializados, sendo o maior deles o Mt.Gox, empresa japonesa que processa quase 80% das trocas. Com a popularização, novos e mais práticos meios de receber bitcoins estão sendo desenvolvidos, empresários já trabalham em caixas eletrônicos e também já existe uma versão física do dinheiro eletrônico.
Ao adquirir bitcoins, as moedas ficam arquivadas em uma ‘carteira digital’ no seu computador na forma de códigos de 64 caracteres cada. Uma das maneiras mais simples de consegui-las é com o uso de um processador de pagamentos como o BitInstant, onde você deposita dinheiro e, ao pagar uma pequena taxa, recebe o valor depositado em BTC na sua carteira digital (Bitcoin-QT ou Coinbase são boas opções). Através do programa, é possível arquivar moedas e também mandar e receber de outros, mas vale fazer um adendo: tome cuidado ao escolher as empresas ou pessoas com quem fará negócio em BTC, já que as transações são irreversíveis e a única opção no caso de algum engano é esperar que o outro lado da linha devolva os seus fundos. Se você decidir se aventurar no mundo BTC, também aconselho a leitura mais detalhada dos diversos meios para garantir a segurança da sua carteira.
Para fazer uma transferência, basta declarar a quantia através do programa escolhido, assinar digitalmente com a chave privada dada a cada endereço e digitar também o código daquele que recebe. A transação é então verificada pelos mineradores que, se aceitarem o procedimento, gravam os registros e distribuem por toda a rede. A partir desse momento, o dinheiro já está em posse da outra pessoa, como saldo disponível em sua ‘carteira digital’. Aqui, o minerador funciona como intermediário, mas nunca como regulador da moeda.
Com moedas em caixa e entendendo melhor como tudo isso se dá no mundo real, hora de explorar as origens e o potencial da moeda hacker.
O resto da Materia pode ser liga aqui http://gizmodo.uol.com.btudo-sobre-o-bitcoin/
Rafael Cabral tem 25 anos e é um jornalista interessado na intersecção entre internet e política. Iniciou sua carreira como repórter do caderno Link, n’O Estado de S. Paulo, e desde então já publicou matérias em diversos meios, quase sempre relacionadas a tecnologia. No último ano esteve flanando por Londres, onde conheceu a galerinha maneira do Bitcoin
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Brasileiro que usa moeda virtual bitcoin tem R$ 9.200 'sequestrados' por site de câmbio

No dia 28 de abril, o dono do site brasileiro de câmbio Mercado Bitcoin, Leandro Marciano César, postou uma mensagem no fórum bitcointalk.org dizendo aos usuários de seu serviço que estava enfrentando uma falha de segurança. No dia seguinte, disse que havia sido um ataque, "infelizmente bem sucedido."
Conheça o bitcoin, moeda virtual criada por um anônimo Análise: Moeda digital ainda precisa ser lapidada para diminuir riscos Desde então, o empresário André Horta, 29, não teve acesso aos 40 bitcoins (cerca de R$ 9.200) que confiava ao serviço. "Não acredito que eu venha a ser restituído", diz.
Leandro diz que "mais da metade" dos valores que estavam em sua posse (tanto em bitcoins quanto em reais) durante o incidente já foi devolvida. Ele promete os demais estornos para junho e julho.
Entusiastas do bitcoin disseram à Folha que o caso do Mercado Bitcoin se assemelha ao do golpe aplicado mundialmente por uma pessoa identificada como Pirateat40, que prometia com seu serviço dar lucro regular para os usuários e sumiu com estimados US$ 5 milhões.
Em julho do ano passado, a CVM (Comissão de Valores Mobiliários), que regulamenta o mercado financeiro no Brasil, suspendeu a atividade de outro serviço de Leandro, o Bitcoin Rain, que funcionava como um fundo de investimento não regulamentado --o que é proibido.
Esses são exemplos dos desafios que os responsáveis pela moeda digital enfrentam atualmente. "Precisamos trabalhar muito mais para impedir que as pessoas percam seus bitcoins, seja de forma acidental ou criminosa", diz Gavin Andersen, que lidera o desenvolvimento do projeto.
O LADO BOM DO BIT
Apesar de acreditar ter perdido dinheiro, Horta segue sendo um usuário (e um comerciante) assíduo de bitcoin. Cerca de 40% de sua renda atual, segundo ele, provêm da compra e da venda do dinheiro virtual.
Horta, que pôs à venda seu apartamento em Belo Horizonte por 607 bitcoins (único meio de pagamento que diz que aceitará), vai lançar um site de câmbio para a rede Bitcoin brasileira na semana que vem (bitcointoyou.com).
Já Keven Migotto, 18, prefere a "mineração" para participar da rede Bitcoin: o técnico em computação vai comprar componentes no valor de R$ 8.000 para montar um PC e, assim, conseguir mais moedas com a atividade. "Vai dar para ganhar uns R$ 400 por mês", diz.
Adam Levine, fundador do site Let's Talk About Bitcoin!, que discute em um programa de rádio on-line duas vezes por semana a moeda virtual, acredita que o bitcoin dá liberdade a seus usuários. "Pela primeira vez, indivíduos podem escolher entre a moeda de seu país ou a moeda do mundo conectado. Governos sempre terão seu lugar, mas a utilidade do bitcoin é inquestionável."
Sobre a complexidade do sistema, Levine diz: "Você não tem de entender como é criado um dólar para considerá-lo útil. Bitcoin é dinheiro tanto quanto qualquer outra moeda, afinal."
MINERAÇÃO
O consumo de energia elétrica causado pela mineração --processo que mantém a rede Bitcoin operando-- na quinta-feira passada foi de 1.320 megawatts/h, de acordo com o site Blockchain.
A energia seria suficiente para abastecer cerca de 197 mil residências paulistas, com base no balanço estadual referente a 2011.
Como essa eletricidade pode ser gerada a partir de fontes não renováveis, como combustíveis fósseis, a "Bloomberg" disse que o bitcoin é um "desastre", acusação rebatida pela "Forbes" --que afirma que a quantia é irrisória.
O consumo dos "mineradores" e de seus PCs pode ser visto usando o site
Texto YURI GONZAGA Fonte FOLHA
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Será que vou ganhar dinheiro com mineração? – Uma reposta para novatos em Bitcoin

Quando as pessoas começam a se aventurar com o Bitcoin, elas geralmente entram numa pequena “febre do ouro” com o conceito de mineração (Eu sei bem como é, eu comecei assim ;) ). Aqui daremos um pequeno guia para responder à eterna pergunta: “eu farei dinheiro com isso?”.
Em primeiro lugar, vamos falar sobre hardware [https://en.bitcoin.it/wiki/Mining_hardware_comparison] (clique no link para uma longa e útil lista). Você não irá fazer dinheiro minerando bitcoins a não ser que você tenha uma GPU da ATI, FPGA ou ASIC. Esta é uma resposta curta. Tendo uma CPU decente você pode minerar Litecoin [htpp://litecoin.org/], que pode ser uma pequena fonte de renda, mas nós estamos aqui para falar sobre Bitcoin.
Para ver se você vai ganhar algum dinheiro, você precisa colocar algumas pequenas informações numa calculadora especial [http://tpbitcalc.appspot.com/]:
E então existem duas variáveis mágicas que vão ou fazer tudo funcionar perfeitamente, ou condenar tudo ao fracasso: dificuldade – isto é automaticamente preenchido pela calculadora, mas para mineração por longos períodos (mais do que algumas semanas), você deve ser pessimista. Multiplique o valor por 10 para previsões acima de alguns meses ou 100 por um ano ou dois (isso vai subir em breve) *preço do bitcoin – também automaticamente preenchido pela calculadora – ele pode subir ou descer no futuro, afetando seu resultado final. Ele provavelmente subirá a longo tempo, mas vamos ser pessimistas e baixar esse preço para US$10-20 para ter certeza de que ganhemos dinheiro não importa o que aconteça.
Dedique todo o seu espaço de disco e palpites nessas duas variáveis, coloque tudo isso na calculadora de mineração e veja no que dá. Você terá seus ganhos em BTC e dólares, bem como um resumo de seus custos e ainda quando você pode ficar sem dinheiro, e qual será seu lucro líquido depois de seu período de investimento. O mais provável é que você não irá conseguir fazer dinheiro com mineração, e está tudo bem – mineração se tornou um processo bastante especializado. Se você quiser investir seu dinheiro em um novo ASIC, você pode ser capaz de conseguir de obter um lucro considerável.
Um resumo rápido para os preguiçosos: Use isso [http://tpbitcalc.appspot.com/] para verificar tudo. ASICs merecem o investimento de seu dinheiro, GPUs não.
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Bitcoin é a experiência mais bem-sucedida na rede

Apesar de ter se tornado o mais conhecido, o Bitcoin é apenas um exemplo de um conceito discutido há mais de 30 anos no mundo da computação: as moedas baseadas em criptografia, ou "crypto currencies".
Nomes como Litecoins, PPcoin, Ripple, Devcoin, Terracoin e Namecoin começam a despontar na esteira do sucesso do Bitcoin. Como manda a lei de mercado, os concorrentes tentam ganhar espaço explorando as falhas da principal referência do setor. Entre os diferenciais explorados pelos competidores estão a facilidade em conseguir mais dinheiro (o Litecoin usa um sistema de inserção de instruções, ou scripts, que agiliza o processo), a velocidade para concluir as operações (no Bitcoin o prazo pode chegar a 10 minutos enquanto o Ripple, por exemplo, promete fazê-lo em poucos segundos) e a maior disponibilidade de moedas (no PPCoin o número pode chegar a dois bilhões, ante os 21 milhões do Bitcoin).
O conceito de moeda criptográfica se baseia na matemática. Fórmulas e sequências de operações criam dinheiro "do nada". O processo é chamado de mineração pela semelhança com a extração de minerais: o poder de processamento de um computador é usado para realizar as operações matemáticas. Quando isso ocorre, um valor é depositado na conta do internauta. Cada moeda mineirada tem seu número de identificação único, o que ajuda na prevenção de fraudes: o sistema consegue detectar se uma determinada moeda já foi gerada, ou se os cálculos do algoritmo ainda não atingiram aquele ponto específico, recusando uma possível falsificação.
As moedas criptográficas também são abertas e descentralizadas. Isso significa que qualquer um tem o direito de acessar e criar sua própria versão dos códigos que fazem o sistema funcionar. O fluxo da moeda independe da interferência de governos, bancos, ou empresas. As trocas ocorrem diretamente entre os usuários.
O conceito de moeda criptográfica é semelhante ao de redes de compartilhamento de arquivos na internet como o Kazaa e os Torrents, chamadas de "peer-to-peer" (P2P). Isso significa que se há um problema em algum ponto, o sistema não deixa de funcionar, pois as informações estão distribuídas em toda a rede.
Se o Bitcoin, ou algum de seus atuais competidores vai se consolidar como a principal moeda baseada em criptografia ainda é um mistério. O que especialistas e entusiastas dizem acreditar, no entanto, é que as moedas criptográficas chegaram para ficar. Em um mundo em que as transações são cada vez mais digitais e mesmo as moedas físicas não têm mais lastro em metais como ouro e prata não é de surpreender que uma moeda totalmente eletrônica se consolide com alternativa.
Mas o valor do bitcoin ainda é altamente volátil, podendo subir e cair mais de 50% em um único dia. Um exemplo de como esse mercado pode produzir milionários, literalmente da noite para o dia, ou provocar a ruína, é a escalada, seguida por um colapso, dos preços, ocorrida entre março e abril.
O bitcoin começou o ano cotado perto de US$ 15 e no meio de março passou de US$ 45 para US$ 60 em poucas horas, em um movimento atribuído ao anúncio do pacote de resgate do Chipre. Nos dias seguintes a moeda continuou subindo em um ritmo implacável, até superar a marca de US$ 100 em 1º de abril, alcançando um valor de circulação de US$ 1 bilhão.
Em 10 de abril a moeda alcançou seu recorde de US$ 266, uma valorização de 2.560% sobre o valor médio de US$ 10 da moeda eletrônica ao longo de 2012. No dia seguinte, o bitcoin despencou mais de 60% e caiu abaixo de US$ 100. Seis dias depois do recorde, o bitcoin encontrou um "piso" ao redor de US$ 50. No início de maio, a moeda retornava ao patamar de US$ 100.
Mas essa montanha-russa não assusta os adeptos da moeda criptográfica. Eles lembram que em 2011 o bitcoin sofreu um colapso que derrubou a cotação de US$ 30 para menos de US$ 2. Na época, muitos críticos chegaram a "decretar" o fim do bitcoin.
Fonte Valor Economico
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